Luzes alaranjadas acendem
Fecham-se postigos
Por trás das sentinelas grades
Ferrosas e frias
A noite envolve ásperas árvores
Que se vestem do limo ácido do tempo
Do amor que tenho pela cidade
Não posso desfrutar
Os olhos estão cerrados
Ofuscados no escuro deserto
Cidade maravilhosa
Ânsia eterna de solidão
Medo e morte
Este poema foi escrito na manhã em que a tv globo anunciava a morte do guitarrista do Detonautas, fiquei muito triste com a notícia escrevi.
ResponderExcluir