I
Aparo as arestas de palavras
(Escritas/Faladas/Ouvidas)
II
Ciranda de pirilampos
Afogados no negro-nanquim
Ofuscam-me os sonhos
III
O pano de fundo
Meu velho-retrato
Estirpe-impressionista
De demônios matizados
E deuses adormecidos
IV
Anjos e querubins
Ornados de plumagens sensoriais
Metafisicamente fantasiados
Ilustram-me o tempo
V
Entretanto...
Na abissal profundeza da alma
Sou apenas simples mortal
(Criança/Poeta/Louco)
Magia misteriosa de Deus
Sempre se superando nessas metáforas fantásticas meu amigo! Que poemaço! Me amarrei!
ResponderExcluirGrande abraço!
Poema finalista no Prêmio FEUC 2006.
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