Político-Populista-paternalista
Posa de modelito fashion
Bundas-secas caminham nas ciclovias
Vestindo a última moda em lingerie
Bichas-viadas querendo ser devoradas
Enlouquecem alcoolizados vira-latas
Animaizinhos silvestres saem das tocas
E ladram nas velhas-empoeiradas-sacadas das janelas
Discos voadores invadem os jardins e extraterrestres
Encapuzados não são reconhecidos pelo bicho-homem
Estrangeiros mendigos hospedam-se nas esburacadas calçadas
Exalando a essência da vida saudável
Tartarugas excêntricas e oportunas
Transitam em campanha ao lado de hábeis parasitas
Em devaneios a insensatez de vaidosos
Transforma abaixo-assinado em documento de politicagem
Minhocões de aço cortam os vales petrificados
Lotados de heróicos semideuses que viajam para o além
Um corvo-santo enlouquecido faz liquidação da Palavra
Dando de brinde um lugar no paraíso celeste
Vermes decompõem vasta extensão territorial das encostas
Emergindo na vista panorâmica um lago de sangue
Lama medicinal transforma-se em fossa-fecal
No lindo mar de poesia
Soberana vaca-leiteira faz promessas de bem estar
Em juras secretas a cabo eleitoral
“Canto este Poema a esta terra-santa
De atalhos retalhados e endêmicas pedras
Canto a desordem niilista do progresso
Canto a fantástica e infinita memória surreal
De minha febricitante terra natal”
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Contemplação
Queria em sua pele
ser a camuflagem do camaleão
Queria em seus sentidos
ser o vôo silencioso da borboleta
Queria em seus anseios
ser o alvo sedento do gavião
Queria em seus ouvidos
ser o sussurro do vento
Queria em seus cabelos
ser essência de flor
Queria em sua alma
ser o mergulho certeiro da gaivota
Queria ver o mar
no fundo do seu olhar
E no seu íntimo
ler uma sinfonia de poesia
no meu último suspiro
ser a camuflagem do camaleão
Queria em seus sentidos
ser o vôo silencioso da borboleta
Queria em seus anseios
ser o alvo sedento do gavião
Queria em seus ouvidos
ser o sussurro do vento
Queria em seus cabelos
ser essência de flor
Queria em sua alma
ser o mergulho certeiro da gaivota
Queria ver o mar
no fundo do seu olhar
E no seu íntimo
ler uma sinfonia de poesia
no meu último suspiro
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Ambição Sem Fronteiras
Ontem!
Navegavam em mares desconhecidos imponentes galeões
Que buscavam esperança d’um novo mundo
Sonhadores a deriva
Em meio às tormentas
Medo e lendas
Adormeciam em mausoléus oceânicos
Navegar era preciso?!
Hoje!
Cortam céus encurtando distâncias aeronaves futuristas
Circunstancialmente...
Semideuses homens biônicos
Voam sem medo
Voam sem lendas
Embevecidos num turbilhão de ambições
Voar é preciso?!
Navegavam em mares desconhecidos imponentes galeões
Que buscavam esperança d’um novo mundo
Sonhadores a deriva
Em meio às tormentas
Medo e lendas
Adormeciam em mausoléus oceânicos
Navegar era preciso?!
Hoje!
Cortam céus encurtando distâncias aeronaves futuristas
Circunstancialmente...
Semideuses homens biônicos
Voam sem medo
Voam sem lendas
Embevecidos num turbilhão de ambições
Voar é preciso?!
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