Segrego o sentimento
Há versos
No momento o poema é impróprio
A vontade do corpo volátil!!!
Estou como pedra inerte sob o sol
Sonâmbulo
Desfaz-se o instante
Reduzido à mistura de sonhos
Sonâmbulo
Madrugada-manhã
Resmungo palavras
Sonâmbulo
Caminho até a cozinha
Bebo o líquido da vida
Sonâmbulo
Elimino as toxinas da boêmia...
E volto tateando paredes
Inebriante e contido
Sonâmbulo
Onde a malha refinada do silêncio
Insinua o sono
Sonâmbulo
O poema é vulto rasurado...
E tudo me basta!!!
Show de bola esse poema Paulinho!! Gostei muito! Adorei essa parte que diz "Onde a malha refinada do silêncio/Insinua o sono" Genial!
ResponderExcluirParabéns! Depois dê uma passada pelo meu que tá lotado de coisa nova. http://blogdomarlos.blogspot.com
Abração!