Ontem!
Navegavam em mares desconhecidos imponentes galeões
Que buscavam esperança d’um novo mundo
Sonhadores a deriva
Em meio às tormentas
Medo e lendas
Adormeciam em mausoléus oceânicos
Navegar era preciso?!
Hoje!
Cortam céus encurtando distâncias aeronaves futuristas
Circunstancialmente...
Semideuses homens biônicos
Voam sem medo
Voam sem lendas
Embevecidos num turbilhão de ambições
Voar é preciso?!
este poema foi finalista no Prêmio FEUC de Literaturas em 2007.
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