Biodiversidade no Séc.XXI
Pisei num inseto
Ninguém se comoveu
Hoje não se comove
Nem mesmo com a morte humana
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
DESTILARIA DOS VERSOS
Segrego o sentimento
Há versos
No momento o poema é impróprio
A vontade do corpo volátil!!!
Estou como pedra inerte sob o sol
Sonâmbulo
Desfaz-se o instante
Reduzido à mistura de sonhos
Sonâmbulo
Madrugada-manhã
Resmungo palavras
Sonâmbulo
Caminho até a cozinha
Bebo o líquido da vida
Sonâmbulo
Elimino as toxinas da boêmia...
E volto tateando paredes
Inebriante e contido
Sonâmbulo
Onde a malha refinada do silêncio
Insinua o sono
Sonâmbulo
O poema é vulto rasurado...
E tudo me basta!!!
Há versos
No momento o poema é impróprio
A vontade do corpo volátil!!!
Estou como pedra inerte sob o sol
Sonâmbulo
Desfaz-se o instante
Reduzido à mistura de sonhos
Sonâmbulo
Madrugada-manhã
Resmungo palavras
Sonâmbulo
Caminho até a cozinha
Bebo o líquido da vida
Sonâmbulo
Elimino as toxinas da boêmia...
E volto tateando paredes
Inebriante e contido
Sonâmbulo
Onde a malha refinada do silêncio
Insinua o sono
Sonâmbulo
O poema é vulto rasurado...
E tudo me basta!!!
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Vida Vazia
I
Portas fechadas asseguram a tranquilidade
No aconchegante berço
II
Na tela
Comunicação em demasia
Abre abstratas imagens sem chaves eletrônicas
III
Verdades pesam ao longo da existência
O medo não sai do casulo
Os dias continuam sem alma
IV
Numa passagem para o infinito
O que nunca foi escrito
Morre em três dimensões
Neste turbulento vazio de vida
Portas fechadas asseguram a tranquilidade
No aconchegante berço
II
Na tela
Comunicação em demasia
Abre abstratas imagens sem chaves eletrônicas
III
Verdades pesam ao longo da existência
O medo não sai do casulo
Os dias continuam sem alma
IV
Numa passagem para o infinito
O que nunca foi escrito
Morre em três dimensões
Neste turbulento vazio de vida
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